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Quem é Marina?

Marina é o nosso sonho mais que
sonhado! E que agora é a nossa
melhor realidade!
Este blog se propõe a passear
pela vida de Marina desde os
primeiros momentos de sua
existência até o dia em que
ela própria puder assumir as
rédeas deste blog e decidir
continuar ou não a contar como
é bom viver a vida ao lado
dela!!!

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[Sexta-feira, Dezembro 04, 2009]



Marina praticando esporte

A natação é a única atividade física regular que a criança dessa faixa etária está apta a fazer. Mas há muitos outros motivos, diz ele, que justificam começar a “brincar” na piscina desde cedo. Nas atividades aquáticas, as crianças descobrem e ampliam movimentos diferentes dos praticados no seu dia-a-dia (entre eles o de buscar propulsão com as pernas) e que vão ajudar no seu desenvolvimento motor e cognitivo.

A pressão da água sobre o corpo da criança obriga a musculatura pulmonar a trabalhar de forma mais eficiente e aumenta sua capacidade cardiorrespiratória, prevenindo ou, pelo menos, atenuando doenças que afetam as vias aéreas, como a bronquite. Associado a isso tem os trabalhos de apnéia nos mergulhos, onde o bebê permanece alguns segundos sem respirar. Fora esses benefícios, há a questão da segurança, de se habituar com a água e de ter maiores condições de defesa em caso de acidente.

Interação entre criança e professor

“Não se pode botar um pequeno para nadar sem tocar nele e não se pode tocar nele se ele não confiar”

O tempo que o professor leva para conquistar a confiança de um bebê é variável. Pode demorar até cinco semanas ou mais. Além da técnica, é preciso paciência e muito carinho para lidar com a criança que está saindo do colinho da mãe, da babá ou de pessoas de sua convivência. Durante o período de conquista, o trabalho é feito a três: o professor, a criança e a pessoa que veio com ela.

“Não importa a demora, o que não pode é queimar etapas, sob o risco de causar um trauma à criança, que vai se sentir insegura e infeliz na piscina”.

Quanto mais novo o bebê, mais fácil é sua adaptação. “Uma idade ótima para começar é com seis meses. Nesta fase as crianças já tomaram todas as vacinas e estão mais fortes para suportar impurezas da água da piscina que é de uso comum. A partir dos seis meses, o apego ao responsável vai aumentando e interferindo mais na adaptação”.

Atividades lúdicas
Os pequenos vão à piscina para brincar, para serem felizes e se divertirem. A aula precisa ser lúdica, musicalizada e com muita interação com o professor. “A criança desenvolve os movimentos brincando”.

Respeito ao limite da criança e às suas idiossincrasias
É importante acompanhar o ritmo da criança, sem criar expectativas exageradas, forçando resultados rápidos. A atividade deve ser prazerosa. Algumas crianças, às vezes, até surpreendem o professor.

O tempo de aula também precisa respeitar as características da idade.

“A natação para bebês é recomendada pelos médicos por ser boa para a saúde e pelos psicólogos por promover o desenvolvimento. Os pais sentem orgulho de mostrar os filhos nadando e o professor de exibir a potencialidade das técnicas aplicadas. Mas nada disso é tão importante quanto seu filho daqui a 20 anos adorar nadar, sem saber por quê. É que no seu inconsciente uma boa experiência com o esporte ficou registrada e servirá para motivá-lo a continuar a prática e a manter a saúde”. (e quem sabe, introduzir tal experiência aos seus filhos)

Por isso que a qualificação profissional , ou seja, a formação em educação física, a especialização em crianças e em atividades aquáticas, além das qualidades pessoais do professor, fazem toda a diferença numa aula de natação para bebês!

Marina começou a nadar em 02 de dezembro de 2009. Ela se mostra bastante interessada... Não consegue esperar nem o tempo de se trocar... quer ir direto para piscina... Apesar de não ser só flores; ela também reluta pra fazer certas atividades. Mas, nada que comprometa o andamento da atividade. A equipe parece ser muito boa, principalmente a professora... que trata os bebês com todo carinho e atenção.






por Mamãe * 8:51 PM

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[Segunda-feira, Novembro 09, 2009]


Marina com 1 ano e sete meses

Hoje foi o dia do NÃO!!! às 6:30 da manhã, fui ao quarto dela, e disse: "Filha, bom dia!" Ela se virou, espreguiçou, e disse: "Não!" E dali por diante o dia inteiro, só disse isso. Tudo que se perguntava, era não pra cá, não pra lá.. e o mais interessante é que ainda fazia com o dedinho.... rsrsrsrs
Mas ela está muito engraçada. Está falando algumas coisas, já conhece os colegas da escola e os chama pelo nome... As professoras também. E a maior sensação é quando ela fala: "Baleia!" Ninguém sabe ao certo o que ela quer dizer com isso, mas temos uma desconfiança... Acho que é sereia... kkkkkk
Vou postar algumas fotos dela aprontando...




























por Mamãe * 7:31 PM

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[Terça-feira, Outubro 06, 2009]


Concurso

Quem puder ajuda, a votação vai até dia 10.
É rapidinho!!!
http://www.elian.com.br/euqueroesercrianca/galeria/votar/foto/7486

Marina agradece!



por Mamãe * 9:00 PM

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[Segunda-feira, Setembro 28, 2009]


Momento Foto

Comemorando os aniversários de Setembro


Comendo doce de São Cosme e Damião


Uma flor a mais no jardim da Bisa


Livre, leve e solta no meio da Rua (OBS: Isso é um parque de diversões!)


Fazendo bagunça (Ou seria isso um sinal?)




por Mamãe * 7:16 PM

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[Domingo, Setembro 27, 2009]


Marina papagaio

Marina está na fase papagaio: Quer, ou melhor, tenta falar e fazer tudo que a gente faz... é muito engraçado e às vezes até irritante, porque se a gente briga com ela ela quer brigar também, mas dá pra tirar boas risadas.
Hoje mesmo estávamos distribuindo doce de São Cosme e São Damião na porta da casa da minha avó, e quando minha mãe chamava as crianças ela imitava, os sons e gestos, muito engraçado... não teve quem não risse também.
Ela decora certas coisas de programas e comerciais de TV e fica imitando... às vezes acho até demais pra ela, nem eu tinha prestado atenção a tantos detalhes.
Mas, em compensação, é um momento de atenção... temos que prestar muita atenção ao que falamos, porque em poucos minutos ela pode repetir, e se não foi algo bom.. ih, imagina...

Esse vídeo tem uma boa mensagem:





por Mamãe * 8:59 PM

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[Quarta-feira, Setembro 09, 2009]


Guia para crianças verem TV

Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil



Pense na TV ou no DVD como se fossem açúcar: você até deixa seu filhinho consumi-lo, mas com moderação. Ou seja, você precisará prestar atenção ao tempo que a criança passa em frente à TV.

A tendência a ver TV cada vez mais cedo é inegável. Não há boas estatísticas para o Brasil, mas uma criança norte-americana, por exemplo, assiste a uma média de três a quatro horas de TV por dia, embora a Academia Americana de Pediatria recomende o máximo de duas horas por dia -- e nada de TV para os menores de 2 anos.

Ser rigoroso com as regras desde o primeiro dia é a chave para manter o tempo de TV sob controle. É mais fácil flexibilizar as regras depois.

Veja dicas para fazer da TV um instrumento de aprendizado:

Controle o tempo

Se seu filho tiver menos de 2 anos, é melhor reduzir o tempo de TV ao mínimo, como 15 minutos por vez. Mais que isso, o cérebro do seu filho pode simplesmente passar para o piloto automático.

Para os que já têm 2 anos, deixe-o assistir à TV por até uma hora por dia -- mesmo uma hora já é muito para uma criança ativa. Não deixe o aparelho no quarto da criança e mantenha-o desligado na hora das refeições.

Escolha os programas

Em vez de ligar a TV e assistir a qualquer coisa que estiver passando, selecione cuidadosamente o que seu filho vai ver e desligue quando o programa acabar. Se possível, deixe os programas gravados, para que a criança veja o que você gostaria que ela visse, na hora que você achar melhor.

Avisá-la uns dois minutos antes que o programa (ou o trecho que você está deixando que ela assista) vai acabar dali a pouco também ajuda na transição para a próxima atividade.

Prefira programas calmos e tranquilos

Programas mais lentos ajudam seu filho a ter tempo para pensar e absorver as informações que está vendo. Muita ação e cenas que mudam rápido demais vão confundi-lo. Alguns estudos sugerem que crianças que vêem violência na TV podem se tornar mais agressivas.

Fique longe de programas assustadores demais. Prefira os mais simples, que enfatizam a interatividade. Os melhores são aqueles que inspiram seu filho a dizer palavras, cantar e dançar.

Assista à TV junto com seu filho

Um estudo recente trabalhou com três grupos: crianças com acesso ilimitado à TV, crianças com acesso moderado, que assistiam aos programas sem os pais, e crianças com acesso moderado que assistiam aos programas acompanhadas dos pais.

O terceiro grupo -- crianças que viam TV com os pais -- saía-se melhor nos estudos que os outros grupos. Estar com seu filho passa a ele a mensagem de que o que é importante para ele é importante para você também.

Claro que muitas vezes a gente acaba usando a TV ou o DVD como uma babá -- todo mundo faz isso quando precisa. Mas quando você deixa a criança vendo programas sozinha por muito tempo, mostra a ela que não se importa muito com o que ela assiste. Experimente pegar o cesto de roupas lavadas para separá-las ou invente alguma tarefa para fazer na sala para assistir à TV junto com seu filho. Assim, os dois podem aproveitar essa atividade.

Também é legal ajudar seu filho a manter um "olhar crítico". Explique o que está aparecendo na TV, encoraje-o a fazer perguntas e ligue o que está acontecendo no programa com a vida dele. Se o programa for gravado, não tenha medo de usar o botão de "pausa" para ter tempo de conversar com seu filho sobre o que está passando na tela. Comente alguma coisa que não gostou, por exemplo.

Na hora dos comerciais, ajude seu filho a entender a diferença entre eles e o programa em si.

Amplie o conteúdo do programa com atividades e livros

Se vocês acabaram de ver um programa do Barney que apresentou os números, converse sobre isso ou ache outros exemplos para mostrar para ele. Quando colocar a mesa para o jantar, por exemplo, diga: "Ei, no programa de TV de hoje tinha o número três, e há três pratos na mesa!". Também é uma boa ler e mostrar livros que exploram o conceito de números, ou das letras do alfabeto.

A TV pode servir também para reforçar a educação musical do seu filho.

Estas recomendações foram desenvolvidas com a ajuda de Kathleen Acord, supervisora de projeto do programa "Ready to Learn" (Pronto para aprender), da rede americana KQED, que ajuda pais e educadores a usar a TV como um instrumento de aprendizado.


por Mamãe * 6:02 PM

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[Sexta-feira, Julho 24, 2009]



Marcos do Desenvolvimento

O que a Marina está fazendo??? Acho melhor começar pelo que ela não está fazendo... ainda não faz as necessidades fisiológicas no vaso... hehehe, mas em compensação... ela ganhou uma Barbie Bailarina da Angelúcia, e aí agora fica dançando igual a uma bailarina quando a gente canta a música; faz os gestos da música Cai, cai balão; fala BÔ de acabou; dança quando ouve uma música, qualquer que seja ela; fica um tempão brincando com os brinquedinhos dela no quarto; só quer andar sozinha, nada de mão pra segurá-la e dar limites, ela quer liberdade total...
Ela entende praticamente tudo que a gente fala: se eu falo, dá isso pro papai ou pra quem quer que seja, ela dá; pega isso lá no quarto... ela vai lá e pega. Já senta toda feliz na cadeira de praia mini que a bisa deu; e ainda, pega o telefone e põe no ouvido e fala AH!... muito engraçado!
Marina também é bastante obediente, mas deixa ela um minuto na sala e não fala nada que, meu Deus, parece que um furacão passou por ali.
Ainda assim, ela também já demonstrou que tem um temperamento forte. Como ela tem seus horários muito bem definidos (por mim e pela creche, também), quando a gente tenta fugir disso, nossa, ela vira bicho... hora de dormir é sagrada.. se não dormir, ela fica insuportável... Ah que isso, Fê, a Marina é um amor!!! heheheh concordo, mas ela já teve alguns ataques de fúria enlouquecedores...
Com tanta animação e atividades o dia inteiro não poderia ser diferente; ela tem dormido feito uma pedrinha... eu que fico preocupada... heheheh, quem diria, né? Mas acho que é normal; andando, quase correndo, e brincando tanto, só poderia dar sono mesmo...


Nós duas cantando "What a wonderful world"


Nosso mais novo filhote


É ou não é uma rainha?!?





por Mamãe * 5:11 PM

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